Debaixo de uma árvore, diante da casa da Lebre de Março, há uma mesa comprida; a Lebre, o Chapeleiro e o Arganaz se apertam num canto e mesmo assim gritam para Alice que não há lugar. Propõem uma adivinha sem resposta, falam de um relógio que marca o dia do mês e não as horas, e o Chapeleiro conta que brigou com o Tempo no concerto da Rainha: desde então são sempre seis horas, hora do chá, e eles vão mudando de lugar ao redor da mesa. O Arganaz começa a história de três irmãs que moram no fundo de um poço de melado; Alice o interrompe várias vezes e acaba saindo, ofendida com um comentário grosseiro. Ela encontra uma porta numa árvore, volta ao longo salão do início, ajusta seu tamanho com a chave e o cogumelo e finalmente entra no belo jardim.
Original em inglês
“Not the same thing a bit!” said the Hatter. “You might just as well say that
‘I see what I eat’ is the same thing as ‘I eat what I see’!”
Tradução em português
— Não é a mesma coisa de jeito nenhum! — disse o Chapeleiro. — Seria como dizer que “eu vejo o que como” é a mesma coisa que “eu como o que vejo”!
Lewis Carroll · Alice no País das Maravilhas · Capítulo VII: Um chá maluco · ¶ 17
Tradução e notas preparadas com IA a partir do inglês para esta seleção. Não é uma tradução oficial. Os resumos e comentários não fazem parte das citações.